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(Bdf) Governo Temer força aprovação de projetos que representam retrocessos históricos às conquistas dos trabalhadores. No dia 22 de abril, iremos comemorar 51 anos da lei 4.950-A/66, que instituiu o Salário Mínimo Profissional (SMP) para engenheiros, agrônomos, arquitetos, médicos veterinários e químicos. Inspirada pelo engenheiro e político brasileiro Rubens Paiva, a lei sofreu e ainda sofre duros ataques. Rubens Paiva foi perseguido, assassinado e desaparecido durante a ditadura militar, em 1971. O projeto de lei 3.204, apresentado em 21 de julho de 1961, pelo advogado e então deputado federal Almino Affonso enfrentou muita resistência pelos setores empresariais contrários a essa matéria. Após sua aprovação, a lei sofreu veto do marechal Humberto Castelo Branco e graças à mobilização das categorias e das entidades de classe, foi possível a derrubada do veto, em maio de 1966.

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Uma das medidas mais graves é a renúncia da política de conteúdo local, que garante a participação de empresas nacionais. Engenheiros podem “virar suco”, uma cena que imaginávamos não repetir desde o final da década de 90. Ainda, hoje, lembramos dos noticiários mostrando engenheiros desempregados, vendendo cachorro quente nas ruas e exercendo outro ofício para sobreviver. No ano de 2016 até outubro, no Brasil, foram desligados 39.069 engenheiros e admitidos 24.253. Em 2015, foram admitidos 35.890 e 54.731 engenheiros demitidos. Isso demonstra que estamos perdendo postos de trabalho em todo o país. A atual agenda do governo de Michel Temer pretende aniquilar de vez a nossa engenharia e, consequentemente, a nossa soberania.

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Para presidente do Clube de Engenharia, se Petrobrás for destruída, estrangeiras vão se apossar do petróleo brasileiro. Para presidente do Clube de Engenharia, se Petrobrás for destruída, estrangeiras vão se apossar do petróleo brasileiro. Pedro Celestino é engenheiro civil, especialista em transportes, e comanda há mais de 40 anos uma empresa de engenharia consultiva. Por anos, foi presidente do conselho da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), que administra 60 aeroportos. Hoje é presidente do Clube de Engenharia, instituição às vésperas de completar 135 anos de existência. Em entrevista ao Brasil de Fato, Celestino afirma que a Petrobras está sendo alvo de desmonte e deve ser defendida pois é a âncora do desenvolvimento industrial brasileiro. Para ele, os desdobramentos da Operação Lava Jato estão levando ao desmantelamento das empresas nacionais e de tudo o que foi desenvolvido nos últimos 60 anos.

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Em entrevista, ex-presidente da Petrobras analisa novo contexto da estatal. Uma das medidas anunciadas pela Petrobras em 2017 foi uma licitação para a retomada da construção da unidade de processamento de gás natural do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). A novidade é que a estatal convidou apenas empresas estrangeiras para participar do processo de seleção.

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