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Uma nova visão sobre o Chão de Fábrica

Chão de Fábrica disponibilizada pelo autor sob licença Creative Commons BY-SA

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 Pesquisando pela internet, encontrei a seguinte definição para Chão de Fábrica

  Colaboradores que trabalham nas indústrias, geralmente em nível operacional. Chão de fábrica é também uma expressão utilizada para designar o conjunto de funcionários que executam tarefas produtivas na indústria, diferenciando-os daqueles cuja atividade é gerencial e administrativa no processo. Esses empregados são chão de fábrica.

O Chão de Fábrica também é conhecido por Genba.

  Genba é uma palavra Japonesa que significa “O Local Real”. No contexto Lean é o Chão de Fábrica, o local onde é acrescentado o valor.

Abaixo a pirâmide organizacional a que nos referimos.

GenbaPirâmide

Este termo, muito usado entre os profissionais da indústria, sempre me deixou pensativo

Por quê chão?! Tecnicamente já é uma palavra estranha, com uma sonoridade que não agrada alguns ouvidos. No chão jogamos coisas (infelizmente um péssimo costume do nosso povo), pisamos, escorregamos, tropeçamos e caímos, não tendo o significado apropriado ao que se refere à uma indústria.

Aí vão aparecer várias pessoas e dizer que estou com mimimi, sendo politicamente correto, ou algo assim, para defender as minorias menos abastadas da sociedade e coisa e tal, porquê podemos dividir a organização, como classes sociais, conforme as três partes do desenho mostrado acima.

O que proponho, é uma nova visão deste segmento tão importante dentro da indústria.

Como assim?!

Como todos sabem, do chão não passa, ele é o limite, portanto a base de sustentação, então porque não chamamos de Base de Fábrica?!

Afinal, a base é o ponto forte de sustentação de uma estrutura, se ela falhar, tudo desaba. É onde encontramos a maior parte dos funcionários, e proporcionalmente, a maior parte dos talentos, que podem fortificar ainda mais a estrutura de uma organização, com seus conhecimentos dos processos básicos e identificados potenciais líderes.

Uma base uniforme, bem treinada, motivada e engajada com os objetivos da empresa, não cederá facilmente com qualquer ventania, desde que a parte gerencial consiga fazer o elo correto, entre a estratégia e o pessoal operacional.

Pensem na sustentação, pensem na Base de Fábrica

Texto: Primeira edição publicada na Revista Manutenção sob licença Creative Commons  Licença Creative Commons
Imagens: As imagens possuem licenças específicas, consulte as respectivas legendas
Chão de Fábrica disponibilizada pelo autor sob licença Creative Commons BY-SA
Pirâmide disponibilizada pelo autor sob licença Creative Commons BY-SA
DETALHES SOBRE O AUTOR
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Roberto Cordeiro
Nome: Roberto Cordeiro
Website: https://goo.gl/AF464B
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APRESENTAÇÃO:

Colunista da Revista Manutenção, escreveu vários artigos sobre manutenção, elétrica, indústria, qualidade, meio ambiente e mercado de trabalho. Nas horas vagas busca aumentar seu conhecimento e cultura de modo geral.

FORMAÇÃO ACADÊMICA E EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:

Graduado em Engenharia Elétrica com ênfase em Sistemas de Potência, pela UNISANTA (Universidade Santa Cecília) de Santos, atuou como executante e há mais de dez anos trabalha com Planejamento e Controle de Manutenção (PCM), em indústrias do pólo de Cubatão, nacionais e multinacionais, onde solidificou carreira como Programador e Planejador de Manutenção.


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