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A manutenção do ativo Brasil após o ensaio neodesenvolvimentista

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Janeiro / 2018 - Quais são as perspectivas para o Brasil, após ensaio neodesenvolvimentista, interrompido pelo anacrônico neoliberalismo e sob influência neoimperialista?

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Produtos inovadores promovem a redução dos custos nos processos de corte e soldagem. A White Martins, líder no mercado de gases industriais e medicinais na América do Sul, está trazendo para

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Em sua rotina de verificar os serviços em campo, o líder de manutenção Antonio, encontrou o seu subordinado Maicon, trabalhando sozinho.

Revista Manutenção: Bom dia Rafael é com grande prazer de poder fazer a entrevista contigo. Me chamo Cláudia Diaz e sou Editora-Chefe da Revista Manutenção e irei fazer algumas perguntas para que o Brasil e o mundo conheça um pouco da Engetag.

Rafael Herrera - Bom dia Cláudia, para mim é uma enorme satisfação estar aqui nessa entrevista para que todos conheçam a Engetag.

Revista Manutenção: Como surgiu a Engetag?

Rafael Herrera - No ano de 1999, na ocasião com 15 anos de trabalho como gestor de engenharia, eu percebi que havia oportunidade para atender o mercado em duas frentes das quais eu gostava muito e já tinha boa experiência – gestão da manutenção e gerenciamento de projetos – e decidi me preparar para passar de contratante a contratado e me tornar um fornecedor de serviços especializado. 

Iniciamos a Engetag em 2001, em Sorocaba, SP, e a primeira oportunidade foi um projeto de nova fábrica de maioneses, desde o projeto básico até o comissionamento, em São Paulo, no bairro do Ipiranga. Passados alguns meses, fomos contratados para gerenciar uma obra de adequação de um prédio para tornar-se um hospital na Vila Maria. E assim seguimos. Desde então somamos em torno de 80 empresas atendidas, entre fábricas de diversos portes, terminais portuários, galpões logísticos, centros comerciais, de escritórios, escolas, supermercados, condomínios, etc.

No início deste ano, para melhor atender à demanda de serviços de engenharia em terminais portuários, abrimos escritório em Santos, SP.

Revista Manutenção: Quais os princípios de trabalho da Engetag ?

Rafael Herrera - A Engetag é uma empresa de engenharia consultiva independente e sem participação societária com outras empresas de produtos e serviços. Nossa Missão é desenvolver para nossos Clientes soluções assertivas, inovadoras, de alto valor agregado e sempre sob medida, customizadas Cliente por Cliente. Procuramos sempre “resolver simplificando e não agregando complexidade”.
Nossa Visão é sermos cada vez mais reconhecidos como uma empresa de serviços que apresenta ótima relação custo x benefício para nossos Clientes, com resultados rápidos, positivos e sustentáveis no longo prazo.

Revista Manutenção: Qual o portfólio de serviços da Engetag ?

Rafael Herrera - Nós atendemos serviços de apoio à Gestão da Manutenção, Gerenciamento de Obras e Projetos, soluções projetos para Sistemas de Águas e Efluentes, Infraestrutura Predial, Sistemas Elétricos e estudos de Due Diligence.

Revista Manutenção: Quais as maiores mudanças em gestão da manutenção que você pode destacar nesses últimos anos ?

Rafael Herrera - Eu entendo que a maior mudança foi na assimilação e aplicação da metodologia RCM – Manutenção Centrada em Confiabilidade. O tema apareceu para valer nos anos 90 e atualmente é de conhecimento da maioria dos gestores de manutenção. Muitas empresas hoje em dia têm seus ativos críticos bem identificados e com estratégias de manutenção definidas para os mesmos.
Outras mudanças que posso destacar: a aplicação de manutenção preditiva técnica, o uso do indicador OEE para medição de desempenho, a utilização de sistemas informatizados de manutenção, a terceirização de recursos especialistas substituindo quadros internos, etc.

Revista Manutenção: Quais os serviços mais solicitados em gestão da manutenção ?

Rafael Herrera - Até alguns anos atrás, o serviço mais solicitado era elaborar, por meio de um diagnóstico bem feito, um plano de recomendações para adequar a gestão da manutenção da empresa para o mais perto possível de uma gestão ‘classe mundial’. Consiste em identificamos os gaps entre os processos de manutenção vigentes na empresa e as melhores práticas. E a partir desse estudo elaboramos um mapa de recomendações para resolver os gaps identificados, considerando o que deve ser feito, a complexidade de cada recomendação, o prazo e o custo previsto para sua implementação.

Hoje em dia a solicitação mais frequente é de apoio para a recomendação mais comum e sem dúvida a mais importante, que é a avaliação de criticidade dos ativos e combinado com um novo orçamento físico-financeiro. Parte desse trabalho é redefinir os planos de manutenção dos equipamentos.Outros serviços em manutenção são relacionados à gestão de materiais técnicos, aplicação prática do conceito de manutenção autônoma e implantação de sistemas informatizados.

Revista Manutenção: O que realmente importa para uma empresa melhorar sua gestão da manutenção?

Rafael Herrera - Entendo que a combinação de um modelo de gestão da manutenção bem feito e o comprometimento dos setores envolvidos em sua implantação é o que realmente importa para um salto de desempenho na manutenção da empresa.

Um novo modelo de gestão repleto de melhorias é o ponto de partida e tem que ser feito. Um modelo consistente com novos planos de manutenção, contando com estratégias adequadas para os equipamentos críticos, um novo orçamento, a gestão de desempenho com indicadores e metas bem definidos, etc. O nome já diz tudo: modelos e padrões devem existir para serem seguidos. É a ‘inspiração’ para seguir em frente.

Desenvolver um modelo de gestão da manutenção não é uma tarefa tão difícil assim. Em algumas semanas ou meses já está pronto e disponível. Mas ao mesmo tempo em que o modelo é inspiração, coloca-lo em prática implica em doses de ‘transpiração’. Traduzindo: estamos falando de mudanças, e mudanças raramente são unânimes. É bom ter em mente que a força de uma corrente é a força de seu elo mais fraco. Outros setores envolvidos devem estar comprometidos com a nova realidade: a Supervisão de campo, o Time de Mantenedores, os setores de PCM, Compras, Almoxarifado, etc.

Revista Manutenção: O que tem de novo na gestão da manutenção?

Rafael Herrera - Muitas empresas estão procurando modernizar seus processos de manutenção com uso das tecnologias da Indústria 4.0, especialmente as atividades de manutenção preditiva. Temos feito estudos diagnósticos seguidos de planos de recomendação de adequações a serem feitas.
Muitas vezes os projetos não são tão caros para serem implantados. Pode ser feito em etapas e trata-se em geral de melhorar a instrumentação utilizando as tecnologias já à disposição no mercado. Os benefícios são enormes em produtividade e redução de custos. A Indústria 4.0 está chegando com tudo e a modernização de processos é mesmo uma tendência para os próximos anos.

Revista Manutenção: Comente alguns casos de modernização.

Rafael Herrera - Existem inúmeros exemplos. Imagine uma fábrica ou terminal portuário, o ganho em substituir as rotinas atuais dos mantenedores na execução de manutenção preditiva como por ex. análise de vibração em equipamentos rotativos ou medição termográfica em sistemas elétricos, por sistemas sensorizados de monitoramento, com resultados disponíveis online nas salas de controle e nos celulares dos gestores;

Segundo, a utilização de softwares que podem predizer presença de falha no equipamento sendo medido e, além de indicar o problema on line, pode comandar automaticamente uma alteração de rotação, um comando de válvula ou um aumento no fluxo de água de resfriamento.Também por meio de softwares adequados, indicadores de desempenho como o OEE podem estar visíveis em painéis eletrônicos tanto no meio da fábrica como nos celulares dos gestores.E muitos outros casos.

Hoje em dia muitos condomínios residenciais estão adaptando sua portarias para serem comandadas remotamente, combinando enorme melhoria na segurança do prédio com economias significativas.

Revista Manutenção: Contratar consultoria técnica é caro?

Rafael Herrera - Absolutamente não. Isso é mito. O gestor contratante vai ficar satisfeito sempre que comparar o ganho com os resultados de uma consultoria bem feita com o investimento que fez para contratar esse apoio.

Eu entendo que o preço de consultoria vai variar em função do entendimento do escopo do que está sendo contratado. Ou seja, quanto mais preciso for o escopo, mais assertivo será precificado o serviço.

No nosso caso, por exemplo, temos como regra não cobrarmos pelo trabalho inicial de diagnóstico e plano de recomendações, se o cliente se comprometer em contar conosco para fornecer apoio na implantação.

Revista Manutenção: Rafael, gostaria de agradecer sua participação no nosso novo quadro, Cláudia - Entrevista. Muito obrigada.

Rafael Herrera - Eu agradeço o convite para esta entrevista. Para mim foi uma satisfação e estou sempre à disposição na ENGETAG

Texto: Primeira edição publicada na Revista Manutenção sob licença Creative Commons  Licença Creative Commons
Imagens: As imagens possuem licenças específicas, consulte as respectivas legendas
Foto Rafael Herrera disponibilizada por ENGETAG sob licença grátis com atribuição  

Em artigo publicado no mês de maio, que leva o título de: 40 anos de desindustrialização, o Economista e Professor emérito da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Luiz Carlos Bresser-Pereira, descreveu de forma pormenor o processo de desindustrailização que acomete o Brasil desde meados da década de oitenta (80s), quando a economia do país puxou o freio de mão, devido a crise da dívida externa, mantendo-se praticamente paralisada durante toda a década de noventa (90s), em consequência da adoção de um regime de política econômica liberal, que infelizmente não foi superado na década seguinte e que ressurgiu agora em meados de 2018, através de meia dúzia de aprendizes de feiticeiros, cujo o objetivo estratégico não declarado é retardar ainda mais o desenvolvimento industrial e econômico do país para atender aos interesses escusos do mercado financeiro-rentista.

No texto que segue, retomamos um debate da clássica da crítica da economia política e economia política internacional contemporânea, estabelecendo um diálogo frutífero com referências vivas como Maria da Conceição Tavares, Alain Chesnais e Barry Eichengreen.

Ao iniciarmos essa fase de pandemia e sem bem conhecer o comportamento do vírus, todos nós ficamos apreensivos, alguns até mesmo acharam que iríamos ficar sem comida, outros sem remédios, mas com o passar dos dias, acabamos percebendo que não podemos parar e temos que enfrentar tudo  o que vier e nos readequar.

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