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Conheça o primeiro sistema de tratamento de água de lastro de navio homologado!

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A água de lastro é a água do mar captada pelo navio para garantir a segurança operacional e sua estabilidade. Em geral, os tanques são abastecidos de água do mar para aumentar ou diminuir o calado dos navios durante as operações portuárias.

Impacto Ambiental

A água de lastro pode causar uma bioinvasão, devido ao fato de trazer espécies exóticas dentro dos tanques dos navios. Os organismos que são introduzidos pela água de lastro variam de milímetros até peixes de 30 centímetros, que podem se estabelecer em um novo habitat.

Existem algumas invasões de espécies que são históricas tais como: mexilhão-zebra nos EUA, dinoflagelados na Austrália, e água-viva carnívora nos EUA) resultaram em prejuízos da ordem de US$ 10 milhões e tiveram profundas e largas repercussões ecológicas.

Já no Brasil, verifica-se que houve a invasão do mexilhão dourado "L. fortunei" proveniente da água de lastro dos navios que atracaram nos portos da Argentina. Esta é uma espécie nativa de rios e arroios chineses e do sudeste asiático e, apenas recentemente, por razões desconhecidas, vem expandindo sua distribuição em todo o mundo.

O impacto do mexilhão dourado no Brasil tem sido grande e tem causado problemas de saúde pública, entupimento de tubulações, filtros de usinas hidroelétricas e bombas de aspirações de água, degradação das espécies nativas e problemas relacionados com a pesca.

Por este motivo, convenções internacionais como a MARPOL (Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição por Navios), estabelece regras para controle da poluição por substâncias líquidas nocivas a granel, proibindo os navios de esvaziarem seus tanques com águas de lastro próximos de terra.

Tecnologia a favor do ambiente

O Sistema de Gerenciamento de Água de Lastro Ultravioleta (BWMS) da Wärtsilä AQUARIUS®, fornece tecnologia inovadora para o tratamento da água de lastro usando um processo simples de dois estágios envolvendo filtração e irradiação ultravioleta (UV), em toda a gama de condições operacionais e ambientais do navio.

O sistema não utiliza substâncias ativas, é fácil de integrar e manter, e é homologado de acordo com a Convenção da IMO, é o único sistema do tipo aprovado e certificado pelo Sistema de Gestão Alternativo (AMS) da Guarda Costeira dos Estados Unidos da América - USCG. Ele também foi certificado com requisitos à prova de explosão (EX) e pode, portanto, ser usado em áreas perigosas a bordo.

Com essa nova tecnologia, os navios terão a liberdade de utilização de água de lastro sem restrições.

 

Texto: Primeira edição publicada na Revista Manutenção sob licença Creative Commons  Licença Creative Commons
Imagens: As imagens possuem licenças específicas, consulte as respectivas legendas
Sistema Wartsila Aquarius reprodução Image bank site 
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DETALHES SOBRE O AUTOR
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Bruno Silva
Nome: Bruno Silva
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Chefe de Máquinas


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APRESENTAÇÃO:

Bruno Silva é carioca, nascido em 10 de abril de 1984. Chefe de Máquinas em embarcações mercantes e especialista em soluções digitais e sistemas informatizados de manutenção.

FORMAÇÃO ACADÊMICA E EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:

Bruno Silva atua nas áreas de Engenharia e Tecnologia há 20 anos, é Chefe de Máquinas em embarcações de apoio à plataformas (Offshore) e apoio portuário, e atualmente é “Chief Engineer” no grupo Wilson, Sons, empresa do segmento marítimo com mais de 180 anos. Bruno é formado em máquinas pela Marinha Mercante, além de ter formações técnicas em Mecânica e Eletrônica. Conselheiro no Instituto Federal Catarinense e Colunista na Revista Manutenção, Bruno Silva ainda conta com certificações oficiais Scrum, Microsoft, ITIL, Bing Ads, Google Ads e Google Analytics. Bruno foi premiado duas vezes no "Mar de Ideias", promovido pelo grupo Wilson, Sons, sendo contemplado pelas ideias inovadoras de baixo custo de implementação e alta eficiência e ganhos.


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