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Orçamento classe mundial

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Por Rafael Herrera

(ENGETAG)  Em tempos de preparar o orçamento para o próximo ano, por que não tentar um tiro certo e buscar um salto de desempenho de curto prazo na gestão de manutenção de sua empresa?

Dá um pouco de trabalho, mas nada que não se resolva em algumas poucas semanas e os benefícios a capturar aparecem em curto prazo e são bem significativos: a disponibilidade dos equipamentos lá em cima, os custos de manutenção sendo reduzidos, a planta mais flexível e com maior capacidade de entrega, redução de refugos, de horas extras, equipamentos mais bem preservados, etc. etc.

A recomendação é combinar sua experiência e histórico de operação com o que pode ser aproveitado de melhor das práticas de gestão classe mundial. Primeiramente, identificar quais são os equipamentos críticos da empresa: aquele maquinário (*) que sempre que falha causa impactos indesejáveis para a operação e para os negócios da empresa, tirando o sono dos gestores e deixando o triste sentimento de que algo já deveria ter sido feito para evitar essas ocorrências. (*) leia-se um equipamento (uma bomba, uma ponte rolante), um sistema (sistema de geração de vapor) ou até um mero componente (um rolamento ou um selo mecânico por ex.).

Classificação de Criticidade

As práticas da chamada Manutenção Classe Mundial têm ditado o caminho a seguir: a aplicação da metodologia RCM (Manutenção centrada na Confiabilidade), sendo o ponto de partida a tarefa de classificação de criticidade dos sistemas e equipamentos de sua planta. Se o gestor já tem uma noção de quais são seus equipamentos críticos, ótimo, pois acelera essa etapa do trabalho. Mas é sempre bom revisitar os fatores de avaliação de criticidade, pois podem ter sido alterados da mesma forma que a empresa vai se renovando com o passar do tempo. Os fatores de avaliação mais comuns são bem conhecidos: segurança, meio ambiente, qualidade dos serviços e produtos, capacidade de entrega, rendimento da matéria prima, custos, regime de trabalho, complexidade no fornecimento, etc.

Foco no que importa: Manutenção Preditiva como principal estratégia

Mãos a obra! Definidos os critérios de avaliação e refeita a classificação de criticidade, tudo pronto para estabelecer a estratégia de manutenção para os diversos sistemas e equipamentos. Para aqueles equipamentos classificados como críticos, por sua característica de impactarem negativamente sempre que falham, os mesmos devem ser monitorados muito de perto e em intervalos curtos. A idéia é conseguir identificar qualquer eventual falha logo em seu início. É aí que o time da manutenção preditiva fica importante. Quanto mais recursos empregados para monitorar a condição do equipamento, mais cedo se consegue detectar uma eventual falha do mesmo se exibindo, e mais tempo sobra para recompor seu funcionamento normal, impedindo que o problema venha a se desenvolver até se transformar em um verdadeiro colapso.

capacidade inicial 

Fig. 01 – Ciclo de acompanhamento preditivo e restabelecimento de condição do equipamento.

O monitoramento preditivo é base da estratégia de manutenção para equipamentos críticos. Investir em inspeções regulares e monitoramento contínuo é a forma mais adequada para predizer a condição do equipamento. Ao enxergar uma falha em seu início, o gestor tem tempo para tomar ações – preventivas, correções de melhoria – para recuperar a melhor condição do equipamento antes que evolua para maiores complicações e comprometimento de sua mantenabilidade.

O orçamento é o desdobramento da estratégia de manutenção

O orçamento de manutenção classe mundial já tem um caminho certo ! Assim que pronto, será a perfeita tradução da estratégia adotada para os sistemas e equipamentos da planta. Em resumo, a preparação do orçamento segue um raciocínio simples:

( i ) O orçamento vai privilegiar os equipamentos críticos: recursos a empregar, profissionais especialistas, serviços a contratar, política de estoque, etc.;
( ii ) O orçamento deve ter a maior parte de sua verba alocada para as atividades de manutenção preditiva, e um saldo menor para as intervenções de manutenção preventiva e corretivas de melhoria a serem feitas para correção de capacidade e desempenho;

preventiva reativa
Fig. 02 – Estratégia de manutenção recomendada para equipamentos críticos

( iii ) E uma verba para aquelas despesas mais famosas, as intervenções corretivas de emergência, também conhecida como a manutenção reativa. Esse valor pode e deve ser interpretado como um indicador de desempenho de manutenção, pois simboliza a não conformidade, a anomalia, o que ainda não deu certo na gestão de manutenção. À medida que o tempo passa com a aplicação das melhores práticas, a tendência natural é a redução de falhas em geral e essa verba deve idealmente ir se aproximando a zero. No orçamento classe mundial, da forma que está exposto, uma boa parte da verba e recursos geralmente alocados para manutenção preventiva será direcionada para monitoramento preditivo técnico e rotas de inspeção preditiva. Deve permanecer a manutenção preventiva sistemática conforme recomendação do fabricante e ganha muita força a manutenção preventiva de condição: a intervenção programada para resolver a condição observada no monitoramento preditivo.

Orçamento base zero

É previsto que o orçamento de manutenção competitivo aqui proposto vá se distanciar muito tanto do orçamento vigente como os existentes de anos anteriores.

As divergências vão aparecer em toda abrangência do orçamento: nos planos de manutenção, nos tipos de intervenções, no uso de recursos internos e terceirizados, na frequência de cada intervenção, na política de itens de manutenção, consumos previstos de energias, etc. Por se distanciar tanto do que tem sido feito, o recomendável é adotar um orçamento do tipo base zero, que não leva em conta o histórico de gastos com manutenção e usa muito pouco a base de informações anteriores para sua elaboração. A utilização de um orçamento base zero é vantajosa, ao não olhar para orçamentos anteriores e não prolongar condutas e procedimentos que no dia-a-dia não tem trazido melhorias na gestão de manutenção.

Porém o orçamento base zero, pela mudança que irá gerar e consequente resistência em sua aceitação e implantação, pode não ser o tipo mais fácil de orçamento. Depende muito da vontade dos gestores em melhorar e sua força para encarar mudanças. Mas podem buscar argumento sólido nas inúmeras empresas que não enxergam outro caminho a não ser a aplicação assídua das melhores práticas, e já desfrutam dos benefícios de sua gestão competitiva há muitos anos.

 

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Texto: Segunda edição publicada na Revista Manutenção sob licença Creative Commons  Licença Creative Commons
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APRESENTAÇÃO:

ENGETAG é uma empresa de Serviços de Engenharia com o seguinte portfólio de atuação: - Gerenciamento de Projetos - Gerenciamento de Projetos com metodologia adequada, atualizada, garantindo previsibilidade em prazo, custo e qualidade dos trabalhos em todas as fases do empreendimento. - Gestão de Manutenção - Soluções sob medida para conduzir a Gestão da Manutenção de suas Operações a níveis de Excelência. - Infraestrutura Predial - Serviços e soluções para Infraestrutura Predial: obras, reformas, manutenção, retrofit, regularizações, laudos, estudos para economias, aprovações, etc. - Sistemas Elétricos - Serviços e soluções em Sistemas Elétricos: laudos SPDA, treinamentos, atendimento a normas, estudos para economias, aprovações, etc. - Sistemas de Águas e Efluentes - Estudos e Projetos para Sistemas de Águas e Sistemas de Efluentes visando garantir economias com reuso, compliance. - M&A - Estudos de Due Diligence em plantas industriais, operadores logísticos, áreas greenfield, propriedades, etc.

FORMAÇÃO ACADÊMICA E EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:

Com a ENGETAG, seus clientes contam com experiência comprovada no atendimento pleno a requisitos de Sistemas de Gestão diferenciados e conhecimento abrangente de Práticas e Metodologias ‘Classe Mundial’, assegurando alto nível de Previsibilidade na execução e nos resultados das iniciativas: Normas ISO, ISO 55000, Manutenção Produtiva Total, RCM, SMED, Manutenção Autônoma, metodologia FEL, PMI 9 pilares, conceitos de Produção Enxuta Lean Six Sigma, Gestão da Rotina, Teoria das Restrições, Benchmarking Competitivo, Práticas de Conservação de Energia. Experientes no desenvolvimento de estudos e trabalhos de obtenção de licenças de construção e operação atendendo órgãos regulatórios de meio ambiente, prefeituras, bombeiros, providências para obtenção de selo LEED, estudos para atendimento a requerimentos de BPF, HACCP, 5S, Segurança e Prevenção de Perdas, norma de sistemas elétricos NR-10, laudos atendendo norma NR-5419 SPDA, NR-13 Vasos de Pressão, etc.


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