Artigos científicos

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Lei de Hooke disponibilizada pelo Google Books livre de DRM

Engenharia

Objeto de estudo da Física, mais especificamente da Mecânica Clássica, a Resistência dos Materiais (RESMAT) fundamenta-se compulsoriamente na compreensão da Lei de Hooke, que foi elaborada em 1676 e publicada somente dois anos mais tarde, em Londres pelo cientista Inglês Robert Hooke, que descreveu os pormenores do comportamento de deformação elástica e plástica dos materiais em função da tensão perpendicular aplicada a eles, através de um simples ensaio de tração com molas, registrado no livro Lectures de Potentia Restitutiva, or of spring explaining the power of springing bodies, que em português significa Aulas de Tensão Restauradora, ou da mola demonstrando o poder de elasticidade dos corpos.

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O MTBF, seu significado e suas limitações para uso como parâmetro de Confiabilidade e para fins de Planejamento de Manutenção. “Uma medida básica de confiabilidade para itens reparáveis: o número médio de vida de unidades durante as quais todas as partes do item operam dentro de seus respectivos limites, durante um intervalo particular de medição sob condições específicas” (Este padrão deixou de ter validade em 1995).

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O cenário econômico competitivo, resultado da globalização, força as empresas a enfrentarem desafios diários com relação à custo, qualidade e agilidade. À vista disso, as organizações buscam melhorias em seus processos e na sua gestão, para que, além de aumentar sua produtividade hoje, esteja preparada para diferentes cenários do mercado amanhã. Nesse contexto, esta pesquisa apresenta a ideia de que a Manutenção Autônoma, alinhada com as práticas da Manufatura Enxuta, pode ser uma solução para o aumento da produtividade, eficiência e eliminação de desperdícios. O presente trabalho tem como objetivo, através da pesquisa de estudo de caso em uma empresa da indústria de alimentos e o embasamento teórico da literatura, consolidar recomendações para implantação da Manutenção Autônoma que permita auxiliar organizações de diferentes segmentos. O trabalho limita-se às etapas de planejamento e implantação do programa, e ainda propõe uma nova ferramenta, com a finalidade de tornar o programa mais sólido. No sentido de aumentar a eficiência e produtividade das organizações, conclui-se que a Manutenção Autônoma apresenta-se como solução sem grandes investimentos, e sim, por meio das práticas da Manufatura Enxuta com recursos internos e pensamento de médio e longo prazo.

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Várias estratégias de manutenção são empregadas nos complexos industriais, tendo, como destaque, modelos de gestão que buscam ações preventivas, como TPM (Total Productive Maintenance), RCM (Reliability Centered Maintenance), e outras preventivas baseadas na condição, no tempo, em paradas, dentre outras. Ao aprofundar este tema, tanto do ponto de vista do planejamento quanto da aplicação, percebe-se que o grande desafio para otimização do custo dessas estratégias está em “o que fazer” e “quando fazer”; ou seja, qual escopo e com que periodicidade. Observa-se, no contexto industrial, que há conhecimento das equipes de manutenção em avaliar o comportamento das falhas, definir a vida útil dos principais sistemas que compõem os processos, programar todas as necessidades de reparo e controlar as paradas de um processo. Contudo, percebe-se que há limites em relação à previsão de periodicidade ótima, devido à grande complexidade de combinações possíveis de escopo e momento ideal para a parada de um processo. Esta percepção motivou o presente estudo, para o qual se traçou o objetivo de desenvolver um modelo matemático que otimizasse os custos de manutenção, por meio do estudo da vida útil dos sistemas, fundamentados pelo uso, tempo, condição e custos. A modelagem matemática utilizada foi implementada computacionalmente por meio do MATLAB®. Assim, foi possível analisar o comportamento das variáveis envolvidas na otimização da periodicidade, o custo residual por troca prematura, a periodicidade ótima, o escopo, os custos com manutenção corretiva/preventiva, o tempo de parada de processo e a identificação dos sistemas significativos para aplicação de projeto e para dimensionamento da vida útil dentro do conceito RCM. Para aplicar o modelo, foi desenvolvida uma metodologia que auxilia o usuário durante as simulações com a utilização da ferramenta computacional. A análise foi aplicada numa empresa da indústria cerâmica de grande porte, composta de mais de 43 processos com 5.000 ativos. Para as simulações foram utilizadas linhas de processo contínuo e equipamentos; contudo, a sistemática poderá ser utilizada em empresas de outros setores industriais.

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Manutenção pelo mundo

Artigos técnicos

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As guias lineares são equipamentos mecânicos desenvolvidos para utilização na indústria em diversas máquinas e equipamentos. Elas geralmente são compostas por um trilho onde se movimentam

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Fonte: Wikipedia

Mecânica

"Vedação" pode ser entendido tanto como o "ato ou a ação de vedar", como também o "elemento, o componente ou o material " que será utilizado para vedar. Mas afinal o que é vedar?

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O processo corrosivo tem origem atômica, e ocorre devido a reações eletroquímicas, que se iniciam quando dois ou mais elementos químicos entram em contato, e a Diferença de Potencial (DDP) existente entre eles, induz uma corrente elétrica na superfície ou no interior dos materiais. A corrosão pode ser catalisada por exemplo, quando um determinado metal é exposto ao contato com o solo, água, ar, ou outro elemento químico, sem necessariamente haver contato entre dois materiais no mesmo estado.

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Automação de subestações

Elétrica

Por definição, a automação é caracterizada por sistemas que integram máquinas mecânicas, pneumáticas, hidráulicas, elétricas ou eletrônicas, que permitem o controle de seu próprio funcionamento.

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Para garantir a confiabilidade e continuidade no fornecimento de energia, é necessário entender a necessidade da manutenção nos ativos do sistema elétrico. Há muito tempo, ouvimos dizer...

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Um dos problemas mais comuns que os engenheiros encontram ao usar um sistema de gerenciamento de cabos é o tempo de inatividade. O tempo de inatividade refere-se a períodos em que um sistema está indisponível, fazendo com que o sistema falhe em fornecer ou executar sua função principal.

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Marca líder na fabricação de ferramentas elétricas uni a qualidade de suas parafusadeiras/furadeiras e a precisão de seus lasers, e traz ao mercado equipamentos ideais para profissionais montadores e instaladores.

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Paradas de manutenção é o nome que se dá ao conjunto de intervenções, corretivas, preventivas e preditivas, que devem ocorrer em determinado intervalo de tempo pré-definido, cuja finalidade é a realização de manutenção em equipamentos ou sistemas, que não podem sofrer este tipo de intervenção enquanto a fábrica está produzindo ou em operação.

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Este é o caso de equipamentos de controle de fluxo, que com a performance correta, funcionam de maneira produtiva e reduzem a demanda de máquinas reservas.

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