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Quando o assunto é manutenção, a maioria das indústrias se contentam com as clássicas manutenções preventivas e corretivas. E a equipe de manutenção até acha que atingiu as suas metas, porém um programa de manutenção baseado só em calendário não é perfeito. 

A manutenção em excesso ou em falta acabam sendo ineficientes para os problemas em uma linha de produção. A empresa desembolsa dinheiro extra para equipamentos que, muitas vezes, não precisam de manutenção e acabam aumentando o risco de quebra em outros que são muito utilizados.

É aí que entra a Usage Based Maintenance (UBM), traduzida para o português, Manutenção Baseada em Horas de Uso. Uma técnica que utiliza métricas e horímetro para avaliar o quanto um item é usado, e com base nisso planeja-se a manutenção. Evitando riscos de reparos excessivos ou insuficientes em qualquer equipamento.

Este conceito é clássico, não surgiu ontem, foi utilizado primeiro na aviação, para que apenas fossem realizadas as trocas quando o avião estivesse "pedindo", quando o número de X horas de uso estipulado pelo fabricante fosse atingido.

Imagina se os aviões tivessem um dia de Parada Geral, igual nas indústrias? Você vai se lembrar o quão comum é essa situação: Depois de uma substituição massiva de peças, tenta religar os equipamentos, o famoso "start" na planta, e nada acontece?

Isso é devido a Curva da Banheira, que reinicia o contador de falhas dos equipamentos, leva-o novamente para estaca zero de previsibilidade. Nem sempre a troca em massa melhora o estado das coisas.

Mas por que será que o fabricante de máquinas que vende para sua indústria nunca te falou isso? Por que um conceito clássico como esse, pouca ou quase nenhuma indústria consegue aplicar? Por que a indústria ainda não funciona como se fosse um carro? "Andou Y km, trocar óleo, andou Z km, trocar pneus." - Seria sensacional!

Surpresa, o meio industrial sempre foi monopolizado por fabricantes de motores e rolamentos, você acha mesmo que eles estão interessados em fazer você economizar com peças? 70% do faturamento dessas empresas antigas se constituem em vendas e trocas de máquinas e peças, faz a conta, não é vantajoso desenvolver um tecnologia de ponta que vai estender a vida útil do seu componente de 14 meses (base calendário) para 18 meses (se for trocado em base horas), por exemplo. Isso representaria mais de 30% de ganho para o orçamento da sua manutenção preventiva.

Então, te convido para o lado azul da força. Dê uma olhada no datasheet do seu equipamento, eles são obrigados a colocar o número de horas de uso que o equipamento pedirá uma preventiva, por exemplo, um rolamento, 10 mil horas. Ignore a parte da manutenção baseada em calendário, 6 meses, 12 meses, 18 meses, isso é coisa do passado.

TRACTIAN é a única do mercado, nacional e internacional, que conseguem tornar o conceito uma realidade prática para os gestores de manutenção. Veja como:

1. Definição do horímetro do sensor

Todos os nossos sensores preditivos de vibração e temperatura, possuem um horímetro embutido. Os limites de uso são definidos a partir do tipo de máquina que estará em funcionamento, e normalmente seguem a forma dos ciclos dos equipamentos.

2. Registro automático das horas de uso

A Manutenção Baseada em Horas de Uso depende do registro realizado sobre a utilização dos equipamentos, no nosso caso, você não precisa mais planilhar isso no Excel para depois jogar no SAP. As leituras realizadas nas máquinas, independente de quantas sejam, entram no sistema. Com a nossa funcionalidade de CMMS as leituras são registradas de uma maneira mais fácil e clara. Além de que ficam registradas em relatórios operacionais para averiguação.

3. Suba o plano de manutenção preventiva

Como última etapa, basta fazer o upload do seu plano de manutenção preventiva com base em horas, para todos os ativos que estão sendo monitorados. A plataforma cria automações que abrem uma Ordem de Serviço automaticamente após o sensor acusar que aquelas X horas de uso real do equipamento passaram e você precisa trocar o óleo da bomba dentro de 3 dias.

Agora que eu te contei o segredo de uma manutenção classe mundial, não parece nada demais, não é? Tecnologia boa é isso, aquela que você usa e nem lembra mais de como a sua vida era antes dela.

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DETALHES SOBRE O AUTOR
igor-marinelli Por que a Manutenção Baseada em Uso ainda não é uma realidade nas indústrias? - Revista Manutenção
Igor Marinelli
Nome: Igor Marinelli
Website: https://tractian.com
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Fundador e CEO da TRACTIAN


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APRESENTAÇÃO:

Fundador e CEO da TRACTIAN, startup que descomplica a manutenção preditiva e avisa quando as máquinas vão quebrar. Também é Colunista da Revista Manutenção e Conselheiro da Somos Todos Heróis, organização que atua no financiamento de tratamentos médicos para crianças.

FORMAÇÃO ACADÊMICA E EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:

Estudou Engenharia de Computação na USP (Universidade de São Paulo), com diploma em Empreendedorismo e Tecnologia pela Universidade da Califórnia, em Berkeley. Igor é uma das pessoas mais jovens a ingressar na área de manutenção no Brasil e sua empresa foi investida por fundos nos Estados Unidos.


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