A Inpasa se movimenta. A gigante do setor de etanol anunciou recentemente novos projetos que reforçam o seu protagonismo no setor. A empresa irá investir R$ 3,5 bilhões em dois projetos no Mato Grosso. Um para erguer uma nova biorrefinaria em Rondonópolis (MT) e outro para ampliar a capacidade do complexo de Nova Mutum.
Quando o projeto de Rondonópolis estiver pronto, a empresa passará a produzir anualmente 2 milhões de toneladas de grãos, o que permitirá à Inpasa produzir 1 bilhão de litros de etanol, 490 mil toneladas de DDGS (coproduto amplamente usado na alimentação animal) e 47 mil toneladas de óleo vegetal.
Já o projeto de expansão de Nova Mutum, possibilitará à empresa obter no futuro um acréscimo de 1 milhão de toneladas de grãos. Assim a produção local também será incrementada em 350 milhões de litros de etanol, elevando a produção total para 1,4 bilhão de litros, além de 183 mil toneladas de DDGS.
Empresas como a Inpasa que possuem esse tipo de atividade industrial vêm alcançando melhorias expressivas de desempenho ao adotar as soluções de monitoramento da Tractian. Com um portfólio robusto de tecnologias de sensoriamento, a empresa viabiliza o acompanhamento contínuo e em tempo real das variáveis dos processos produtivos.
No dia a dia da operação, isso se traduz em maior previsibilidade para os times de manutenção, que passam a identificar e analisar até pequenas variações no funcionamento dos ativos, podendo agir de forma estratégica e antecipada, antes que falhas evoluam para problemas maiores.
A Inpasa ainda irá realizar outro projeto na Bahia. Nele, a empresa irá investir R$ 950 milhões para construir a sua 6ª biorrefinaria no País. O projeto será executado no município de Luís Eduardo Magalhães (BA).
Quando a nova Biorrefinaria entrar em atividade ela será dedicada à fabricação de etanol anidro e hidratado a partir da moagem de milho, sorgo e de outros grãos.
O complexo baiano deverá ser capaz de processar por ano até 1 milhão de toneladas de milho, 498 milhões de litros de etanol, 248,9 mil toneladas de DDGs e 24.862 toneladas de óleo vegetal. Além disso, ele deverá ser capaz de gerar até 185 GWh de energia elétrica.
A nova planta deverá ter uma dimensão de 125 mil metros quadrados, o equivalente a quase 18 campos de futebol.
Quando ela estiver sendo construída calcula-se que 300 oportunidades diretas e outras 3 mil indiretas destinadas a profissionais terceirizados e empresas subcontratadas serão proporcionadas.
Depois que a planta entrar em atividade serão geradas aproximadamente outras 500 vagas para que for trabalhar diariamente na nova operação.
O complexo deverá estar completamente implantado em 2027.
Créditos às fontes:
https://exame.com/agro/a-aposta-de-r-35-bilhoes-da-inpasa-no-mt-para-expandir-o-etanol-de-milho/